Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Estadias temporárias

Se mantiver a residência no seu país mas passar um período inferior a 6 meses noutro país da UE, não tem de matricular o seu carro nem de pagar os impostos locais, dado que o veículo continuará matriculado no seu país de residência. Poderá contudo ter de pagar outros impostos relacionados com a utilização do seu carro nesse país (impostos de circulação).

Se passar um período inferior a 6 meses noutro país da UE e ali não tiver matriculado o seu carro, não o pode emprestar ou alugar a um residente nesse país, que, no entanto, poderá conduzir o veículo na sua presença.

Pode, contudo, emprestar o seu carro a amigos ou família que o visitam, na condição de que não residam no seu novo país.

Se tenciona passar um período superior a 6 meses noutro país da UE, em princípio deve transferir a sua residência para esse país e ali deve matricular o seu carro sem demora.

Mudança para o estrangeiro

Se se mudar para outro país da UE onde tencione permanecer por um período superior a 6 meses e levar o carro consigo, deve matriculá-lo e pagar os impostos devidos no novo país.

Deve matricular o seu carro quanto antes e dentro do prazo de 6 meses a contar da sua chegada. Verifique que documentos e formalidades  são necessários para matricular o seu carro.

Em alguns países pode beneficiar de uma isenção do imposto sobre a matrícula se antes tiver vivido noutro país da UE, na condição de respeitar as devidas condições e prazos. Antes de mudar para outro país, informe-se sobre a regulamentação nacional ali em vigor.

Experiência pessoal

Poupe dinheiro, informando-se previamente das regras em vigor!

Cristina é espanhola e encontrou trabalho em Portugal, tendo-se mudado para esse país. Desconhecendo a existência de um prazo de 6 meses para matricular o seu carro, só o fez depois de 8 meses de estadia em Portugal.

Foi então informada que se tivesse matriculado o carro antes não teria tido de pagar o imposto sobre a matrícula. Convém referir que as autoridades portuguesas calculam o prazo de 6 meses a partir do momento em que deixa o seu país e não a partir do momento em que chega a Portugal.

 

Exceções à matrícula obrigatória após 6 meses

Estudantes

Se se mudar para outro país apenas para ali estudar, pode utilizar o seu carro sem ter de o matricular ou de pagar impostos localmente enquanto estiver inscrito num estabelecimento de ensino nesse país. Mas se for estudante e começar a trabalhar durante a sua permanência nesse país, deve matricular ali o seu carro.

Antes de partir, informe-se sobre as regras aplicáveis no país onde tenciona estudar  e verifique se é necessário cumprir alguma formalidade administrativa (por exemplo, em alguns países é necessário ter consigo, quando conduz o veículo, um certificado de inscrição numa universidade) ou preencher certas condições especiais, a fim de evitar problemas em caso de controlos policiais.

Em certos países, como na Dinamarca, vigoram regras especiais, por força das quais um estudante da UE deve matricular o seu automóvel, a menos que ali permaneça menos de 365 dias ao longo de um período de 2 anos. Nesse caso, deve pedir autorização às autoridades dinamarquesas para conduzir o seu carro com matrícula de outro país da UE.

Experiência pessoal


Mathieu é francês e vive na Bélgica, onde frequenta um curso de pós-doutoramento de dois anos. Na sequência de um acidente em que o seu carro ficou danificado, Mathieu dirigiu-se à polícia para obter para fazer a participação que a sua seguradora lhe exige. Quando a polícia descobriu que Mathieu estava a viver na Bélgica há mais de um ano sem matricular o carro neste país, disse-lhe que estava numa situação irregular e que seria multado.

Mathieu pôde provar que estava inscrito na Universidade de Antuérpia e que, enquanto estudante de um outro país da UE, não tinha de pagar o imposto sobre a matrícula nem o imposto de circulação na Bélgica.

Trabalhadores transfronteiriços

É um trabalhador transfronteiriço (por conta de outrem ou independente) que trabalha de um lado de uma fronteira nacional mas vive do outro lado e regressa a casa pelo menos uma vez por semana?

Se utilizar o seu próprio carro para atravessar a fronteira regularmente para ir trabalhar e regressar a casa, deve matriculá-lo e pagar os devidos impostos no país em que reside e não no país onde trabalha.

Se conduzir um carro de empresa (matriculado no país onde trabalha), pode utilizá-lo para deslocações privadas no país onde reside sem ter de matriculá-lo neste país. Conduzirá assim um veículo com chapas de matrícula estrangeiras no país onde reside. Isto poderá suscitar dúvidas à polícia local, que deve verificar se as pessoas sob a sua alçada pagaram os impostos nacionais.

Em caso de problemas, pode sempre contactar os serviços de assistência.

Experiência pessoal

Kiril, que vive na Bulgária e trabalha na Grécia para uma empresa grega, conduz um carro de empresa matriculado na Grécia, mas que também utiliza para deslocações particulares na Bulgária.

A polícia búlgara mandou-o parar e multou-o por não ter matriculado o carro na Bulgária. Kiril explicou que os trabalhadores transfronteiriços têm o direito de utilizar o carro da empresa para deslocações privadas no seu país de origem. Mas a polícia não estava a par desse direito e aplicou a multa. Kiril impugnou esta decisão e a multa acabou por ser anulada.

Trabalhadores transfronteiriços independentes

Se for independente, residir no país Ae trabalhar no país B, só pode utilizar o seu carro da empresa no país A sem o matricular neste país nas seguintes condições:

  • o carro foi comprado em nome da empresa;
  • utiliza o carro no país A, principalmente para fins profissionais e só pontualmente para deslocações particulares;
  • a sua empresa tem a sede noutro país.

Atenção: um carro de empresa tem de ter sido comprado em nome da empresa. Se conduzir um carro comprado em seu nome, deve matriculá-lo no país onde reside.

Em caso de problemas, pode sempre contactar os serviços de assistência.

Experiência pessoal

Jacob mudou-se para os Países Baixos há um ano mas continua a exercer a sua atividade profissional na sua clínica dentária na Bélgica. Durante um controlo policial de rotina, a polícia neerlandesa constatou que Jacob vivia nos Países Baixos. A polícia multou-o e instou-o a matricular o seu carro nos Países Baixos.

Jacob interpôs recurso da decisão da polícia e explicou que o seu carro tinha sido especificamente adquirido para a sua atividade profissional (que provou através de faturas), e estava registado na Bélgica em nome da sua empresa e alegou ainda que utilizava o carro nos Países Baixos para fins profissionais.

Quando as autoridades neerlandesas verificaram os documentos a multa foi retirada.

 

Fonte: Taurus & Europe

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Do ponto de vista do Código da Estrada, linhas longitudinais contínuas não têm todas a mesma função e o fato de as pisar ou transpor está sujeito a diferentes sanções.

 

Desengane-se se acha que pisar uma linha continua é sempre mesma coisa!

 

Em determinados casos pode estar a cometer uma contra-ordenação Leve (onde apenas está sujeito a uma coima) são vários os cenários onde pode estar a cometer uma contra-ordenação Muito Grave (onde para além da coima, pode estar sujeito a perder a carta de condução).

 

As marcas longitudinais são linhas apostas na faixa de rodagem,

separando sentidos ou vias de trânsito e com os significados seguintes:

 

M1 – linha contínua: significa para o condutor proibição de a pisar ou transpor e, bem assim, o dever de transitar à sua direita, quando aquela fizer a separação de sentidos de trânsito;

M2 – linha descontínua: significa para o condutor o dever de se manter na via de trânsito que ela delimita, só podendo ser pisada ou transposta para efectuar manobras;

M3 – linha mista: constituída por uma linha contínua adjacente a outra descontínua: tem para o condutor o significado referido em M1 ou M2, consoante a linha que lhe estiver mais próxima for contínua ou descontínua;

M4 – linha descontínua de aviso: é constituída por traços de largura normal com intervalos curtos, com o mesmo significado que a marca M2, e indica a aproximação de uma linha contínua ou de passagem estreita;

M5 – linhas de sentido reversível: são linhas delimitadoras de vias de trânsito com sentido reversível, constituídas por duas linhas descontínuas adjacentes, e destinam-se a delimitar, de ambos os lados, as vias de trânsito nas quais o sentido de trânsito pode ser alterado através de outros meios de sinalização;

M6 e M6a – linha descontínua de abrandamento ou de aceleração: é constituída por traços largos, com o mesmo significado que a marca M2, e delimita uma via de trânsito em que se pratica uma velocidade diferente;

(1) M7 e M7a – linhas contínuas e descontínuas: são constituídas por linhas largas, contínuas ou descontínuas, delimitando uma via de trânsito e com o mesmo significado que as marcas M1 e M2, respectivamente; estas marcas destinam-se a identificar aquela via de trânsito como corredor de circulação reservado a veículos referidos na descrição do sinal D6, devendo ser completadas pela inscrição «BUS», aposta no início do corredor e repetida logo após os cruzamentos ou entroncamentos.

Pisar linhas continuas: em todos os casos é proibido, mas em algumas situações pode ter consequências MUITO GRAVES

 

 

Pisar (ou transpor) a linha longitudinal contínua que vê na foto no meio da auto-estrada, é neste caso apenas uma contra-ordenação leve, uma vez que esta marcação rodoviária apenas separa diferentes vias de trânsito com o mesmo sentido.

Pisar (ou transpor) linha longitudinal contínua (Marca M1) separadora de vias de trânsito:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 49,88 a € 249,40 – art.o 65.o a) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Transpor linha longitudinal contínua (Marca M1) separadora de sentidos de trânsito:

 

Contra-ordenação: MUITO GRAVE

Coima: € 49,88 a € 249,40 – art.o 65.o a) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Pisar (ou transpor) linha longitudinal descontínua (Marca M2) não sendo para efetuar manobra:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 24,94 a € 124,70 – art.o 65.o b) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Pisar (ou transpor) linha longitudinal mista (Marca M3) separadora de vias de trânsito, encontrando-se mais próxima a linha contínua, não sendo para efetuar manobra:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 24,94 a € 124,70 – art.o 65.o b) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Transpor linha longitudinal mista (Marca M3) separadora de sentidos de trânsito, estando mais próxima a linha contínua:

 

Contra-ordenação: MUITO GRAVE

Coima: € 49,88 a € 249,40 – art.o 65.o a) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Pisar linha longitudinal mista (Marca M3) separadora de sentidos de trânsito, estando mais próximo a linha contínua:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 49,88 a € 249,40 – art.o 65.o a) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Pisar (ou transpor) linha descontínua de abrandamento (Marca M6) não sendo para efetuar nenhuma manobra:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 24,94 a € 124,70 – art.o 65.o b) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

(Ver art.o 77.o CE – Ofício DGV n.o 24920/2005, de 22NOV)

 

Pisar (ou transpor) linha longitudinal contínua (Marca M7) delimitadora de vias de trânsito para determinada espécie de veículos:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 49,88 a € 249,40 – art.o 65.o a) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Pisar (ou transpor) linha longitudinal descontínua (Marca M7a) delimitadora de vias de trânsito para determinada espécie de veículos, não sendo para efetuar manobra:

 

Contra-ordenação: LEVE

Coima: € 24,94 a € 124,70 – art.o 65.o b) DR n.o 22-A/98, de 1OUT

 

Fonte: Taurus & Multas

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

 

MOBILIDADE URBANA 

O substancial crescimento das cidades previsto para os próximos anos traz consigo inúmeros benefícios. A densificação urbana gera micro-mercados locais, possibilitando que se tenha acesso a produtos e serviços em localidades mais próximas às suas residências. Incentiva-se assim o deslocamento à pé, contribuindo para a redução da dependência de carros e de meios de transporte de longa distância.

Este crescimento, entretanto, também acentua gargalos de infraestrutura e acende outra preocupação: como adaptar os meios de transporte a essa transformação, de forma a possibilitar o deslocamento de milhões de pessoas de forma eficiente e confortável?

A solução desses problemas de mobilidade urbana passam pela adoção intensiva e extensiva de tecnologia, e já temos uma sinalização de como se dará a inserção dessas tecnologias nos meios de transporte urbano.

Nesse momento, nas ruas da Califórnia, está em testes o carro autônomo do Google. A empresa já vem desenvolvendo este projeto há anos, e está muito próxima de chegar a um modelo comercial desse produto. O veículo não possui volante, nem pedais de aceleração e frenagem; é equipado com uma série de sensores que detectam outros carros, marcações de pista e sinalizações de trânsito. Todo esse sistema, atuando em conjunto, permite que o carro transite de forma completamnte autônoma, sem a necessidade de qualquer interferência humana.

O Google não é a única empresa desenvolvendo carros autônomos. O Uber, a Tesla, a GM, a Volkswagen e muitas outras empresas também estão trabalhando nos seus modelos.

Ao que tudo indica, estamos muito próximos do momento no qual carros autônomos tomarão as ruas. Com efeito, estima-se que eles se tornarão maioria ao longo da próxima década, e esta mudança de paradigma deverá impactar de forma indelével o nosso modo de vida e a economia como um todo.

Mas qual será o impacto desta nova tecnologia na mobilidade urbana?

Os efeitos da introdução dos carros autônomos são muito mais importantes do que se pode intuitivamente imaginar. Citamos abaixo os principais deles:

 

Efeito 1 –Redução dos preços e fim dos carros particulares

Um estudo do banco Morgan Stanley demonstra que carros são dirigidos apenas 4% do tempo, fato que denota um incrível desperdício. No futuro, carros não serão comprados pelos consumidores, e sim por empresas, que prestarão serviços de transporte para a população. Imagine um Uber, em larga escala, que leva você para onde você quiser em um carro sem motorista.

Hoje, o motorista do Uber fica com 75% do valor que você paga, então a queda no preço do serviço deve ser o primeiro efeito da uso de carros autônomos: estima-se que a tarifa deverá ser de apenas US$ 0,30 por quilômetro.

Com essa queda de preço, serão derrubados todos os incentivos para se possuir um carro próprio. Sempre que quiser se locomover, você irá solicitar o serviço de transporte de uma empresa como o Uber. A previsão é de que, com esta mudança, você terá de esperar menos de um minuto após o chamado para que um carro chegue até você.

 

Efeito 2 – Desenvolvimento econômico sem precedentes

Segundo estudo da empresa de auditoria PricewaterhouseCoopers, este movimento eliminaria das ruas 99% dos veículos. A bilionária indústria automotiva e as gigantescas indústrias periféricas (financiamentos, seguros, estacionamentos e etc.), que juntas totalizam trilhões de dólares, deverão passar por uma revolução. Milhares de empresas deverão simplesmente evaporar, incluindo algumas das maiores montadoras do mundo. Junto com as indústrias, milhões de empregos deverão ser eliminados.

Mas isto não é necessariamente algo ruim. Todos esses recursos, que incluem os trilhões de dólares e os milhões de trabalhadores, deverão migrar para outros setores da economia, impulsionando de forma exponencial a inovação e a produtividade. Somado a isso, há ainda o fato que, com o fim dos congestionamentos, cada trabalhador economizará 38 horas a cada ano.

Adicionalmente, a liberação de áreas centrais que antes serviam de estacionamento, garagens, revendas automotivas e terminais de ônibus deverá estimular o desenvolvimento urbano.

 

Efeito 3 –O fim dos congestionamentos

A busca por uma vaga para estacionar é responsável por 30% dos congestionamentos. Além disso, a simples existência das faixas de estacionamento já contribuem para piorar a situação do trânsito, pois ocupam duas faixas da rua.

Carros autônomos, por não precisarem estacionar e por transitar de forma coordenada e interconectada, irão eliminar estes fatores, tornando congestionamentos inexistentes.

 

Efeito 4 – Impactos ambientais positivos

Com a forte redução do número de carros, e a consequente contração da atividade industrial referente ao mercado automotivo, há a concreta possibilidade de revertermos a tendência do aquecimento global, visto que a emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa será descontada em 15,9%.

A maioria dos carros autônomos devem ser elétricos, e isto irá provocar uma redução da nossa dependência de combustíveis fósseis. Ademais, a reciclagem de toda a frota antiga de carros deverá refrear momentaneamente a necessidade de mineração.

 

Efeito 5 – Vidas salvas

A cada ano, 1.2 milhão de pessoas morrem devido a acidentes de trânsito, sendo 90% destes causados por erro humano. O advento dos carros autônomos pode previnir a morte de milhões de pessoas, pois deve tornar incomum acidentes de trânsito.

Graças à tecnologia, o futuro da mobilidade urbana é excitante. Estes são apenas os efeitos previsíveis da nova onda dos carros autônomos mas, como as demais revoluções tecnológicas já demonstraram, os impactos de uma nova tecnologia geram também efeitos em cascata, que moldam a sociedade e a provocam mudanças na forma como vivemos.

Fonte: Tuganix / Gui.en

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Aqui encontras todas as perguntas e fotografias oficiais dos testes de código IMTT 2016 actualizadas até à data!

Escolhe a categoria que pretendes praticar um teste de código e boa sorte!

Testes de Código Grátis - Categoria Ciclomotores

Ciclomotores

Sabias que podes tirar a carta de ciclomotores aos 16 anos? Pratica já o código da estrada para estares preparado para a estrada.

INICIAR TESTES DE CICLOMOTORES

Testes de Código Grátis - Categoria A / A1

Categoria A / A1

Nada como passear no verão com a tua mota! Pratica já para o teu exame de código e em breve estarás com capacete em uso.

INICIAR TESTES DA CATEGORIA A

Testes de Código Grátis - Categoria B / B1

Categoria B / B1

Se preferes as 4 rodas então esta é a categoria que deves estudar. A melhor forma de estares preparado para andar no teu carro na estrada.

INICIAR TESTES DA CATEGORIA B

Testes de Código Grátis - Categoria A + B

Categoria A + B

O melhor de dois mundos: 4 rodas no inverno e mota no verão. Pratica já o código se estiveres a tirar carta de carro e mota.

INICIAR TESTES DA CATEGORIA A + B

Testes de Código Grátis - Categoria C / C1

Categoria C / C1

Se queres fazer da estrada profissão, então a carta de pesados é um bem essencial. Estuda aqui ocódigo da estrada.

INICIAR TESTES DA CATEGORIA C

Testes de Código Grátis - Categoria D / D1

Categoria D / D1

Estuda para a carta de veículos pesados de passageiros.

INICIAR TESTES DA CATEGORIA D

Fonte: TestesDeCodigoGratis

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

A inspecção obrigatória a motos acima dos 250 cm3 de cilindrada vai avançar ainda este ano, confirmou uma fonte oficial do Ministério do Planeamento e das Infra-estruturas. O serviço vai custar 12,50 euros + iva, cerca de metade do custo da inspecção a um carro.

A notícia foi avançada pelo presidente da Associação Nacional de Centros de Inspecção Automóvel (ANCIA), Paulo Areal, que afirmava que a medida deveria avançar em Outubro, altura em que os centros de inspecção automóvel estarão prontos a disponibilizar este serviço depois dos dois anos dados pelo Governo para a sua adaptação. Mas fonte oficial do Ministério do Planeamento e das Infra-estruturas não se compromete com esta data, referindo apenas que acontecerá até ao final do ano.

Dos 180 centros existentes no país, cerca de 120 a 140 terão esta valência, mas falta ainda ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes publicar um diploma de classificação de deficiências técnicas e outro de formação de inspectores, explicou o responsável.

A associação bate-se também pela inspecção obrigatória a motos de menor cilindrada, a partir dos 50 cm3, como acontece na Região Autónoma dos Açores e em Espanha, explica Paulo Areal. As motos de maior cilindrada que vão começar a ser inspeccionadas são cerca de 80 mil — já as que começam nos 50 cm3 ascendem a um milhão.

Paulo Areal responde que esta nova área de inspecção não vai significar um grande aumento de facturação, notando que os centros gastaram cerca de 40 milhões de euros em obras da adaptação, com a criação de linhas para motos.

A ANCIA quer também estender as inspecções a todos os veículos de duas e três rodas, tractores e máquinas industriais. Paulo Areal notou que se morre muito mais por acidentes em veículos de duas rodas do que de quatro, mas um estudo europeu, que também cita, diz que apenas cerca de 8% destes acidentes estão relacionados com falhas técnicas, estando o principal problema relacionado com a condução.

O Ministério do Planeamento e das Infra-estruturas esclarece que a extensão da obrigatoriedade de realização de inspecções periódicas a todos os veículos de duas e três rodas e quadriciclos encontra-se em estudo, mas não a inspeção periódica a tractores e máquinas agrícolas. A mesma entidade explica que a inspecção a veículos que tenham estado envolvidos num acidente e que apresentem danos estruturais já se encontra prevista na lei.

!!Notícia acrescentada  com esclarecimentos do Ministério do Planeamento e das Infra-estruturas.

Fonte: Taurus

Cancelamento Temporário de Matrícula

02 fevereiro 2015

Para proceder ao cancelamento temporário de matrículas de veículos de transporte público rodoviário de mercadorias, no âmbito do Decreto-Lei n.º 82/2011, de 20 de junho, o interess...

Documentos Apreendidos

15 janeiro 2016

Os documentos de identificação de um veículo podem ser apreendidos pelas autoridades fiscalizadoras do trânsito por diversos motivos.O interessado pode proceder ao levantamento dos...

Matrícula de Veículos

25 janeiro 2016

A Anas - Agência Automobilística,Lda é a entidade competente, junto da qual deve ser requerida a atribuição de matrícula a veículos novos,usados ou adquiridos hasta pública. Para o...

Registo de propriedade Apreensão

25 janeiro 2016

Atualização do Registo de Propriedade - Pedidos de Apreensão de Veículos O registo de propriedade de veículos, adquirida por contrato verbal de compra e venda, pode agora ser efetu...

Seu calendário fiscal de 2016

26 janeiro 2016

No calendário fiscal de 2016 que apresentamos abaixo, encontra todas as datas de entregas de documentos ou de pagamento de impostos à Segurança Social e à Autoridade Tributária Adu...

Veículos em Fim de Vida

27 janeiro 2016

O Veículo em Fim de Vida (VFV) corresponde genericamente aos veículos que não apresentando condições para a circulação, em consequência de acidente, avaria, mau estado ou outro mo...

O que saber sobre IRS 2016

28 janeiro 2016

Veja quais as novidades para o IRS 2016. Novos prazos de entrega das declarações. O que precisa saber sobre o IRS 2016. O IRS 2016 – referente aos rendimentos auferidos em 2015 –...

O porquê ter um PPR

28 janeiro 2016

BENEFÍCIOS FISCAIS DOS PPR Apesar da reforma do IRS, os benefícios fiscais dos PPR mantêm-se mas são cada vez mais limitados. De acordo com o artigo 78º do Código do IRS, é possív...

Ser nosso parceiro de negócio

28 janeiro 2016

Aceitamos Parceiros de Negócio, se tem uma oficina auto, um stand auto,se tem um escritório contabilidade, etc.., escolha-nos para uma parceria profissional.Temos para si as soluç...

Emissão de 2.ª Via da Carta de Condução

29 janeiro 2016

Nos casos em que a carta de condução se tenha extraviado, tenha sido roubada ou esteja destruída, deve requerer a emissão de uma 2.ª Via. Documentos Para a emissão de 2.ª Via da c...

Substituição da Carta de Condução

29 janeiro 2016

Sempre que haja alterações de elementos que constem da carta de condução, como por exemplo o nome, mudança de residência, restrições, habilitação a nova categoria de veículo, deve...

Licença Internacional de Condução

29 janeiro 2016

A licença internacional de condução (LIC), prevista no artigo 8º do Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir, anexo ao Decreto-Lei n.º 37/2014, de 10 de março, pode ser soli...

Sobre a Empresa Anas

A Anas - Agência Automobilística,Lda existe desde 1983 na Ponte Rol e Lourinhã e desde aí mantemos sempre uma cultura fortemente orientada para o mercado e para os nossos clientes, tanto PARTICULARES como EMPRESAS. Apostamos no rigor e profissionalismo, assumindo desde sempre um forte compromisso na satisfação dos nossos clientes, através de um atendimento personalizado.

 

 

 

 

                                                       

   

                                               

                                                     

 

                                                              

 

x

Ao usar este website, está a aceitar a utilização de cookies para análise, conteúdo personalizado e apresentação de anúncios.

Aceito cookies deste website Ler Mais

Eu Compreendo

Utilizamos cookies no website. Ao navegar, está a aceitar a presente política e a consequente utilização de cookies de acordo com as condições descritas.

 

O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM OS COOKIES?

Os cookies são pequenos ficheiros de informação que ficam guardados no seu computador, tablet, telefone ou outro dispositivo com acesso à Internet, através do browser. As informações retidas pelos cookies são reenviadas ao servidor do site sempre que o browser abre uma das suas páginas. 

Os cookies ajudam a determinar a utilidade, o interesse e as utilizações de um site, permitindo uma navegação mais rápida e eficiente. Evitam a introdução repetida das mesmas informações.

 

QUE TIPO DE COOKIES UTILIZAMOS NO WEBSITE?

Existem dois tipos principais de cookies: os de sessão e os permanentes. Os cookies de sessão são temporários e só permanecem no arquivo de cookies até o utilizador sair do site, pelo que são apagados quando fecha o browser. A informação obtida serve para analisar padrões de tráfego, o que facilita a identificação de problemas. Já os cookies permanentes ficam guardados até o utilizador apagá-los manualmente ou a

data de validade expirar. São utilizados sempre que o utilizador faz uma nova visita ao site para um serviço mais personalizado, ajustando a navegação aos seus interesses.

Destes, utilizamos cookies para várias finalidades. Os cookies analíticos são utilizados anonimamente para efeitos estatísticos. Os cookies de funcionalidade guardam as preferências do utilizador. Os cookies de terceiros medem o sucesso de aplicações e podem ser utilizados para personalizar botões, menus, ícones e outras componentes de interface gráfica com dados do utilizador (denominados widgets).

Não armazenamos informação de identificação pessoal nos cookies que utilizamos. Também não usamos os cookies para direcionar publicidade aos nossos utilizadores em função da sua navegação, nem para outros fins publicitários próprios ou de terceiros.

 

COMO GERIR OS COOKIES?

Todos os browsers permitem ao utilizador aceitar, recusar ou apagar cookies em qualquer altura, configurando as definições apropriadas no respetivo programa de navegação. Pode configurar os cookies no menu “opções” ou “preferências” do seu browser.

Note-se que ao desativar cookies, perde o preenchimento automático de alguns dados, como os de login. Além disso, pode impedir que alguns serviços online funcionem corretamente, afetando a navegação no site.